Foto: SMECEL/VG

 

A prefeita Flávia Moretti (PL) assinou, no ano passado, um termo de fomento para ampliar o projeto Plantando Lírios nas unidades escolares do Município

 

A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande e a Lírios foram reconhecidas como instituições que atuam nas unidades escolares no combate à violência contra meninas e mulheres. Nesta quarta-feira (25), a titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo, participou no Superior Tribunal Militar, que realizou, em Brasília, a 3ª Audiência Pública promovida pelo Observatório Pró-Equidade da Justiça Militar da União, com tema o tema "Formação Básica em Letramento Antidiscriminatório: por uma visão equitativa à dignificação humana".

O programa é uma etapa ativa de "aprender para transformar", essencial para combater desigualdades raciais, especialmente em ambientes escolares e institucionais. É também uma abordagem educativa e social voltada para a desconstrução de preconceitos estruturais, interpessoais e intergeracionais.

“Hoje estamos aqui por um motivo muito importante.  Há sete anos  a  Lírios instituiu o programa ‘Plantando Lirios’, uma iniciativa de prevenção à violência contra mulheres e meninas, focada no ambiente escolar desde 2017, com ações educativas.  Esse programa está sendo reconhecido. E estamos felizes por esse reconhecimento e por ter privilégio de receber esse reconhecimento. Está de parabéns a Prefeitura Municipal por abrir as portas para abrigar essa iniciativa, e a Lírios por instituir o programa”, comemorou.

A prefeita Flávia Moretti (PL) assinou, no ano passado, um termo de fomento para ampliar o projeto Plantando Lírios nas unidades escolares do Município, efetivando à Lei 14.164/21, que prevê o destaque, nos currículos escolares de todos os níveis de ensino, para os conteúdos relativos aos direitos humanos, à equidade de gênero, classe e de raça/etnia e ao problema da violência doméstica e familiar contra a mulher, tendo como foco a prevenção da violência contra meninas e mulheres.

“Mesmo antes dessa lei ser efetivada, as nossas escolas já trabalhavam com essa temática, isso mostra que a gestão tem olhado com muita atenção e preocupação essa questão envolvendo a violência contra meninas e mulheres. E escola tem um papel importante nessa luta”.