Às 7h30 da manhã desta sexta-feira (05), o prefeito Murilo Domingos e os secretários municipal e estadual de Saúde, Reinaldo Della Pasqua e Augustinho Moro visitaram o andamento das obras de construção do Hospital Metropolitano de Várzea Grande, localizado no bairro Cristo Rei. Augustinho Moro elogiou o andamento dos trabalhos e afirmou que o hospital será referência no Estado por atender várias especialidades e suas complexidades. 

Logo após a recepção Murilo Domingos seguiu para o gabinete e as equipes técnicas permaneceram para vistoriar a construção onde já foram investidos cerca de R$ 9 milhões, dos quais R$ 6 milhões foram só para a retomada da obra a partir da primeira quinzena de março deste ano, após dois anos paralisada. “Dos R$ 6 milhões liberados pelo menos R$ 3,5 milhões já estão aplicados”, garantiu. 

Segundo Moro, para 2009, estão injetados mais R$ 6 milhões. Toda obra tem previsão para ser entregue à população várzea-grandense em julho do próximo ano. Ao todo, o hospital terá 62 leitos e atenderá a demanda não só de Várzea Grande e Cuiabá, mas de 11 municípios que compõem a chamada Baixada Cuiabana. O processo de licitação para aquisição de materiais, móveis e equipamentos, também já foi iniciado pelo município. 

Impressionado pela grandeza e sua importância à população várzea-grandense, Augustinho Moro concordou com Della Pasqua afirmando que o Hospital irá desafogar o Pronto-Socorro de Várzea Grande, que recebe centenas de pacientes de vários municípios próximos como Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Jangada, Cáceres, Rosário Oeste, entre outros. 

Della Pasqua lembra que a população está diante da retomada da maior obra na saúde do município, depois da construção do pronto-socorro municipal, "ou seja, dos últimos 20 anos. O hospital estava parado desde 2004 e agora que conseguimos voltar a tocar o canteiro, não podemos mais perder tempo", exclama. 

A conclusão da primeira etapa da obra terá impacto direto: desafogar o atendimento no pronto-socorro. A dimensão da obra é do tamanho do Cristo Rei. O hospital vai funcionar na região mais populosa da cidade: o Grande Cristo Rei, onde habitam cerca de 70 mil pessoas, ou pelo menos 35% dos várzea-grandenses. 

O secretário de Estado de Saúde ressaltou que agora a prefeitura precisa decidir de que forma será a administração da unidade, tendo em vista que a Universidade de Várzea Grande (Univag) já é parceira e pode facilitar na admisnitração. “A Univag foi a responsável pela doação do terreno onde está sendo construída a unidade hospitalar. Além disso, a instituição de ensino possui um quadro grande de profissionais que podem ser aproveitados para prestar um atendimento de qualidade à população”, sugeriu. 

O governo do Estado é o principal parceiro da Prefeitura de Várzea Grande na construção da unidade que deverá ser chamado de Hospital Geral ao invés de Hospital Metropolitano. “Estamos analisando junto o município como será a administração da unidade de saúde pois hospitais metropolitanos são mantidos pelo Governo Federal como será uma unidade municipal o nome deverá ser hospital geral”, explicou Moro.